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	<title>Lajedos - Espeleologia</title>
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	<description>Espeleologia</description>
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		<title>Aprovado projeto para criação de área de conservação em Martins</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 15:11:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Solon Almeida Netto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma parceria formada entre o Instituto do Desenvolvimento Sustentável do Meio Ambiente do Rio Grande do Norte – IDEMA, a Fundação para o Desenvolvimento Sustentável da Terra Potiguar – FUNDEP e a Universidade Potiguar – UnP, com recursos aprovado pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade – FUNBIO, deu início aos estudos para implantação de uma unidade de conservação visando a proteção das cavernas cadastradas no município de Martins, Rio Grande do Norte. O projeto aprovado tem por objetivo inicial a implantação da UC que se chamará Monumento Natural Cavernas de Martins, estando amparados pelos recursos os primeiros dois anos de estudos na área. A expectativa da entidade gestora do projeto, FUNDEP, porém, é que em um intervalo de menos de um ano todas as lentes de mármore nas quais se inserrem as cavernas já estejam prospectadas, havendo sido concluídos os estudos básicos que poderão deflagrar as audiências e consultas públicas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma parceria formada entre o Instituto do Desenvolvimento Sustentável do Meio Ambiente do Rio Grande do Norte – IDEMA, a Fundação para o Desenvolvimento Sustentável da Terra Potiguar – FUNDEP e a Universidade Potiguar – UnP, com recursos aprovado pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade – FUNBIO, deu início aos estudos para implantação de uma unidade de conservação visando a proteção das cavernas cadastradas no município de Martins, Rio Grande do Norte.</p>
<p>O projeto aprovado tem por objetivo inicial a implantação da UC que se chamará Monumento Natural Cavernas de Martins, estando amparados pelos recursos os primeiros dois anos de estudos na área. A expectativa da entidade gestora do projeto, FUNDEP, porém, é que em um intervalo de menos de um ano todas as lentes de mármore nas quais se inserrem as cavernas já estejam prospectadas, havendo sido concluídos os estudos básicos que poderão deflagrar as audiências e consultas públicas que legalmente devem anteceder à criação da unidade de conservação.</p>
<p>O Fundo Brasileiro para a Biodiversidade – Funbio é uma associação civil sem fins lucrativos que trabalha para conservar a diversidade biológica do País há mais de 15 anos. O capital ao projeto adveio da chamada a projetos 01/2011, com verbas referentes ao programa norte-americano Tropical Forest Conservation Act. Os aportes iniciais na área serão de quinhentos mil reais (R$ 500.000,00), estando abertos os contratos ainda a outras injeções de verbas pelas entidades parceiras.</p>
<p>A Sociedade Espeleológica Potiguar – SEP estará participando dos trabalhos através de membros-consultores, que ficarão responsáveis pelos estudos responsáveis pela caracterização do endocarste da região.</p>
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		<title>Criado núcleo especializado em cavernas no RN</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 14:08:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Solon Almeida Netto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte – IDEMA criou um núcleo especificamente idealizado para trabalhar com as cavidades naturais subterrâneas no Rio Grande do Norte. Trata-se de um grande avanço e um importante ganho, pois mostra a preocupação que o órgão desenvolveu, ao longo dos anos, ao voltar-se à proteção dos frágeis ambientes cavernícolas no estado. Ao diretor-geral do órgão, Gustavo Szilagyi, é de extrema importância criar mecanismos institucionais capazes de manter o equilíbrio ambiental do patrimônio espeleologico no Rio Grande do Norte. O fato de as cavernas serem bens da União, por força constitucional, não colide nem exime com a obrigação que cada um dos Estados-membros tem de exercer o papel fiscalizatório em todas as suas nuanças. E isso vai desde as etapas mais fundamentais de exercício do poder de polícia em campo, como os minuciosos trabalhos que são demandados em processos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte – IDEMA criou um núcleo especificamente idealizado para trabalhar com as cavidades naturais subterrâneas no Rio Grande do Norte. Trata-se de um grande avanço e um importante ganho, pois mostra a preocupação que o órgão desenvolveu, ao longo dos anos, ao voltar-se à proteção dos frágeis ambientes cavernícolas no estado.</p>
<p>Ao diretor-geral do órgão, Gustavo Szilagyi, é de extrema importância criar mecanismos institucionais capazes de manter o equilíbrio ambiental do patrimônio espeleologico no Rio Grande do Norte. O fato de as cavernas serem bens da União, por força constitucional, não colide nem exime com a obrigação que cada um dos Estados-membros tem de exercer o papel fiscalizatório em todas as suas nuanças. E isso vai desde as etapas mais fundamentais de exercício do poder de polícia em campo, como os minuciosos trabalhos que são demandados em processos de licenciamento.</p>
<p>Para Szilagyi, urge que essa consciência sobre o valor das cavidades naturais subterrâneas seja inserida na cultura organizacional do IDEMA e passe a compor ordinariamente o rol de atribuições que hoje é desenhado pelo órgão. “Acima de tudo, o que precisamos nesse momento, é entrar em entendimento com o ICMBio/CECAV e buscar formas de atuação em conjunto, distribuindo competências e estudando como vamos trabalhar pela proteção das cavernas no Rio Grand do Norte. Cavernas são ambientes complexos e que carecem de gente treinada especificamente para trabalhar nesse setor”, manifestou-se o diretor-geral.</p>
<p>“De outro modo, é preciso que se busque uma valorização dos grupos espeleológicos e associações, que sempre levaram o peso da espeleologia brasileira adiante e quase nunca são reconhecidos como imprescindíveis ou ouvidos pelo Estado”, sentenciou como muita propriedade Szilagyi.</p>
<p>Vem muito a calhar a nova política do órgão ambiental estadual, nesse momento, quando se percebe que, após a fragmentação do IBAMA, que foi segmentado em uma estrutura chamada de ICMBio, a dissociação entre estudo e fiscalização gerou uma série de problemas de processamento de denúncias e fiscalização. Hoje, pode-se dizer que os servidores públicos que tinha conhecimento específico sobre cavernas, na estrutura federal, migraram todos ao Chico Mendes. O IBAMA, a quem caberia toda a fiscalização, restou sem esse tipo de recurso humano. Findou prejudicada, assim, justamente, a proteção das cavernas brasileiras.</p>
<p> A iniciativa do IDEMA, portanto, é acolhida pela sociedade civil como de extremo valor e, sem dúvida, deveria ser seguida por outros estados da Federação.</p>
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		<title>Cavernas e sítios arqueológicos em risco em Soledade/RN</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 19:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Solon Almeida Netto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Lajedo Soledade representa uma das principais marcas à espeleologia do Rio Grande do Norte. A implantação da área de proteção foi um dos maiores legados de Geraldo Nunes Gusso – o Peninha – ao patrimônio natural e cultural potiguar, havendo, à época, o Clube de Espeleologia do Rio Grande do Norte – CERN contribuído de modo incisivo ao mapeamento dar ravinas onde estão as afamadas pinturas deixadas pelos primitivos habitantes da ribeira do Apodi. Entretanto, mesmo com uma bagagem tão forte, essa área nunca foi alvo de maiores estudos espeleológicos. Os mapas topográficos das cavidades da região são bem antigos e evoluíram pouco. Também quase nada se fez com relação à prospecção, havendo, ainda, grandes áreas a serem percorridas e muitas cavernas identificadas e cadastradas. Nesse sentido, entre 04 e 07 de outubro, a Sociedade Espeleológica Potiguar promoveu uma campanha de reconhecimento, mapeamento e documentação fotográfica nessa área. Ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Lajedo Soledade representa uma das principais marcas à espeleologia do Rio Grande do Norte. A implantação da área de proteção foi um dos maiores legados de Geraldo Nunes Gusso – o Peninha – ao patrimônio natural e cultural potiguar, havendo, à época, o Clube de Espeleologia do Rio Grande do Norte – CERN contribuído de modo incisivo ao mapeamento dar ravinas onde estão as afamadas pinturas deixadas pelos primitivos habitantes da ribeira do Apodi.</p>
<p>Entretanto, mesmo com uma bagagem tão forte, essa área nunca foi alvo de maiores estudos espeleológicos. Os mapas topográficos das cavidades da região são bem antigos e evoluíram pouco. Também quase nada se fez com relação à prospecção, havendo, ainda, grandes áreas a serem percorridas e muitas cavernas identificadas e cadastradas.</p>
<p>Nesse sentido, entre 04 e 07 de outubro, a Sociedade Espeleológica Potiguar promoveu uma campanha de reconhecimento, mapeamento e documentação fotográfica nessa área. Ao longo da semana foram visitadas os principais pontos cadastrados na base regional do ICMBio/CECAV e verificadas as condições gerais de preservação das grutas. Foram trabalhadas, essencialmente, a região do Lajedo das Araras, do Urubu e dos Macacos. As cavernas documentadas foram Fenda do Peninha, Três Lagoas, Olani, Macacos II, Buraco da Nega, Unha da Preguiça e Painel Quebrado I e II.</p>
<p>Infelizmente, a condição dos sítios é lastimável. Há na região uma forte indústria extrativista de pedras ornamentais que promove a remoção de grandes blocos rochosos ao beneficiamento em uma usina que já se encontra instalada e operante na área (Apodi/RN). Conforme se pôde constatar no Lajedo dos Macacos, essa atividade representa uma grave ameaça à conservação das cavernas e sítios arqueológicos da região, uma vez que a lavra chegou a poucos metros de remover fisicamente a rocha encaixante da cavidade conhecida como Buraco da Nêga e ameaça áreas com pinturas rupestres de inestimável valor.</p>
<p>O conhecimento e a divulgação do patrimônio, nesses casos, mostram-se como um forte aliado da preservação. É preciso, sim, inventariar todo esse patrimônio ambiental e difundi-lo perante a sociedade. Nesse sentido, a Sociedade Espeleológica Potiguar procurou o Museu de Soledade e colocou à disposição da entidade todo o material que foi coletado. São mapas e fotografias de importantes conjuntos espeleológicos. A diretoria do museu manifestou interesse em criar uma exposição permanente envolvendo as cavernas da região. Contudo, ainda depende da liberação de verbas para reforma das instalações, quando se planeja a criação de quadros informativos que poderão expor ao público todas essas informações.</p>
<p>Certamente, outras expedições serão necessárias à área para promover não somente a continuidade do trabalho, mas também para monitorar o impacto da indústria sobre as cavernas.</p>
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		<title>Saída ao campo registra outras imagens de Jandaíra</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2011 23:32:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Solon Almeida Netto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[  Dando continuidade ao processo de documentação visual das cavernas de Jandaíra, Rio Grande do Norte, o grupo formado pela Sociedade Espeleológica Potiguar e pelo Cavernature fez, no dia 26 de fevereiro, uma saída ao campo com o objetivo de produzir imagens sobre duas das mais importantes cavernas da região: o Apertar da Hora e a Olho D’Água do Mamede. As atividades se concentraram em complementar o banco de imagens que vem sendo produzido com fotografias do carste da região, havendo se voltado o esforço em documentar as principais feições das duas grutas. No caso do Apertar da Hora, o grupo detalhou aspectos interessantes da caverna como o Salão da Santa, onde foi colocada uma imagem sacra em 2008, e o Conduto dos Morcegos, local de importante relevância bioespeleológica, onde se concentra uma grande colônia de morcegos hematófagos. Mais uma vez, o foco do trabalho esteve direcionado para registrar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>Dando continuidade ao processo de documentação visual das cavernas de Jandaíra, Rio Grande do Norte, o grupo formado pela Sociedade Espeleológica Potiguar e pelo Cavernature fez, no dia 26 de fevereiro, uma saída ao campo com o objetivo de produzir imagens sobre duas das mais importantes cavernas da região: o Apertar da Hora e a Olho D’Água do Mamede. As atividades se concentraram em complementar o banco de imagens que vem sendo produzido com fotografias do carste da região, havendo se voltado o esforço em documentar as principais feições das duas grutas.</p>
<p>No caso do Apertar da Hora, o grupo detalhou aspectos interessantes da caverna como o Salão da Santa, onde foi colocada uma imagem sacra em 2008, e o Conduto dos Morcegos, local de importante relevância bioespeleológica, onde se concentra uma grande colônia de morcegos hematófagos. Mais uma vez, o foco do trabalho esteve direcionado para registrar a atividade do espeleólogo, não olvidando de correlacionar essa prática com as paisagens subterrâneas que constituem a essência dos locais fotografados.</p>
<p>As atividades conjuntas, que foram deflagradas no final de 2010, estão rendendo bons resultados, pois mesmo apresentando-se a área de Jandaíra como uma região que, supostamente, estava exaurida em termos espeleoesportivos, tal mito vem sendo desconstruído, pois a parceria formada entre a Sociedade Espeleológica Potiguar e o Cavernature está descortinando interessantes aspectos nunca antes trabalhados, especialmente, através a produção de imagens e mapas com alto padrão de detalhamento.</p>
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		<title>Fotografias em Jandaíra</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 13:14:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Solon Almeida Netto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos dias 12 e 13 foi realizada uma expedição fotográfica com o objetivo, exclusivo, de documentar as cavernas identificadas no município de Jandaíra. Mesmo tratando-se de cavidades já há muito conhecidas pela comunidade espeleológica, a iniciativa apresenta-se como de grande importância, uma vez que quase nada se tem, ainda hoje, que apresente o valor cênico das grutas da região do Mato Grande, no agreste do Rio Grande do Norte. Ao todo foram trabalhadas três cavernas: Olho D’Água do Mamede, Caldeirões e Desespero. As condições meteorológicas do final de semana não ajudaram muito, pois choveu bastante. As cavernas, que usualmente, são secas, estavam repletas de umidade, o que quebrou um pouco o planejamento feito, mas, no final, boas imagens foram conseguidas pela equipe, formada pela Sociedade Espeleológica Potiguar e pelo Cavernature. Interessantes aspectos do Olho D’Água do Mamede foram captados, mesmo ante as dificuldades da amplitude de iluminação que se identifica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 12 e 13 foi realizada uma expedição fotográfica com o objetivo, exclusivo, de documentar as cavernas identificadas no município de Jandaíra. Mesmo tratando-se de cavidades já há muito conhecidas pela comunidade espeleológica, a iniciativa apresenta-se como de grande importância, uma vez que quase nada se tem, ainda hoje, que apresente o valor cênico das grutas da região do Mato Grande, no agreste do Rio Grande do Norte.</p>
<p><a name="_GoBack"></a>Ao todo foram trabalhadas três cavernas: Olho D’Água do Mamede, Caldeirões e Desespero. As condições meteorológicas do final de semana não ajudaram muito, pois choveu bastante. As cavernas, que usualmente, são secas, estavam repletas de umidade, o que quebrou um pouco o planejamento feito, mas, no final, boas imagens foram conseguidas pela equipe, formada pela Sociedade Espeleológica Potiguar e pelo Cavernature. Interessantes aspectos do Olho D’Água do Mamede foram captados, mesmo ante as dificuldades da amplitude de iluminação que se identifica no salão principal. De outra sorte, no Desespero, o mais profundo abismo da região, pela primeira vez, uma equipe fez a documentação do visual do poço.</p>
<p>Uma nova viagem está programada para os próximos quinze dias, oportunidade na qual a mesma equipe dará continuidade aos trabalhos fotográficos.</p>
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		<title>Realizada capacitação inicial do Cavernature</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Jan 2011 13:10:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Solon Almeida Netto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos dias 26 e 27 de janeiro foi realizada pela Sociedade Espeleológica Potiguar a etapa inicial da capacitação em técnicas de espeleologia do Cavernature, um grupo de amantes das cavernas de Jandaíra. As abordagens foram teóricas e práticas, sendo voltada a temática da capacitação a apresentar noções básicas de espeleologia, perspectivas de trabalhos, organização de grupos espeleológicos, quadro geral da espeleologia potiguar e conhecimentos básicos de técnicas verticais. Trata-se de uma iniciativa pioneira no Rio Grande do Norte, uma vez que nunca antes havia sido capacitado um grupo de jovens da localidade onde estão as cavernas trabalhadas. Com essa iniciativa, inicia-se uma nova forma de difusão e prática de conhecimentos espeleológicos no estado, pois o Cavernature está em permanente contato com as cavernas de Jandaíra. Uma vez recebendo seus membros conhecimentos técnicos de espeleologia, poderão alargar seus horizontes e melhor explorar e compreender as cavernas que comumente visitam. Jandaíra apresenta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 26 e 27 de janeiro foi realizada pela Sociedade Espeleológica Potiguar a etapa inicial da capacitação em técnicas de espeleologia do Cavernature, um grupo de amantes das cavernas de Jandaíra. As abordagens foram teóricas e práticas, sendo voltada a temática da capacitação a apresentar noções básicas de espeleologia, perspectivas de trabalhos, organização de grupos espeleológicos, quadro geral da espeleologia potiguar e conhecimentos básicos de técnicas verticais.</p>
<p>Trata-se de uma iniciativa pioneira no Rio Grande do Norte, uma vez que nunca antes havia sido capacitado um grupo de jovens da localidade onde estão as cavernas trabalhadas. Com essa iniciativa, inicia-se uma nova forma de difusão e prática de conhecimentos espeleológicos no estado, pois o Cavernature está em permanente contato com as cavernas de Jandaíra. Uma vez recebendo seus membros conhecimentos técnicos de espeleologia, poderão alargar seus horizontes e melhor explorar e compreender as cavernas que comumente visitam. Jandaíra apresenta áreas bem degradadas, especialmente por força da pressão da mineração artesanal.</p>
<p>Às próximas etapas, estão sendo planejadas ações conjuntas envolvendo os dois grupos. Está em andamento um projeto de documentação visual das grutas de Jandaíra, com o qual se pretende sensibilizar a sociedade sobre a necessidade de preservação do patrimônio espeleológico ali identificado. Ademais, a mapoteca tem avançado rapidamente e a próxima edição da revista Lajedos está sendo finalizada com a apresentação dos trabalhos demandados naquela área.</p>
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		<title>Valor da Gruta dos Cactos é reconhecido por lei</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 12:52:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Solon Almeida Netto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Graças à sensibilidade do município de Cruzeta, uma importante caverna da região do Seridó, porção central do estado do Rio Grande do Norte, ostenta, hoje, o título, por força de lei, de parte integrante do patrimônio histórico, cultural, turístico, paisagístico e espeleológico. A iniciativa partiu da Sociedade Espeleológica Potiguar que, procurando o presidente da Câmara Municipal, encontrou amparo à ideia. A proposta apresentada foi endereçada à gruta dos Cactos, uma cavidade marmórea situada na Serra da Cruz, local que foi bastante impactado, recentemente, pela pesquisa mineral e que, ainda, foi palco de denúncias sobre agressão de empresas do setor mineral que invadiram a área de preservação permanente. Conseguir, assim, o reconhecimento público, através de diploma legislativo, somente mune os órgãos estatais para a defesa desse rico patrimônio, especialmente quando se considera que, nessa área, é muito baixa a ocorrência de cavernas e que a Cactos destaca-se dentro de qualquer critério [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Graças à sensibilidade do município de Cruzeta, uma importante caverna da região do Seridó, porção central do estado do Rio Grande do Norte, ostenta, hoje, o título, por força de lei, de parte integrante do patrimônio histórico, cultural, turístico, paisagístico e espeleológico. A iniciativa partiu da Sociedade Espeleológica Potiguar que, procurando o presidente da Câmara Municipal, encontrou amparo à ideia.</p>
<p>A proposta apresentada foi endereçada à gruta dos Cactos, uma cavidade marmórea situada na Serra da Cruz, local que foi bastante impactado, recentemente, pela pesquisa mineral e que, ainda, foi palco de denúncias sobre agressão de empresas do setor mineral que invadiram a área de preservação permanente. Conseguir, assim, o reconhecimento público, através de diploma legislativo, somente mune os órgãos estatais para a defesa desse rico patrimônio, especialmente quando se considera que, nessa área, é muito baixa a ocorrência de cavernas e que a Cactos destaca-se dentro de qualquer critério de relevância, não somente por sua beleza cênica, mas também por ser um raro testemunho espeleológico na Formação Jucurutu e, provavelmente, a mais importante cavidade natural situada no município de Cruzeta. O projeto de lei, de autoria do vereador Joaquim José de Medeiros, foi acolhido à unanimidade e representa um marco pioneiro no estado.</p>
<p>O diploma legislativo, agora, será encaminhado para divulgação aos órgãos e entidades que atuam na tutela do equilíbrio ambiental, bem como disponibilizado no sítio digital da Sociedade Espeleológica Potiguar, para que se possa promover sua ampla publicidade.</p>
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		<item>
		<title>Cavernature: um novo grupo espeleológico potiguar</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 20:46:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Solon Almeida Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[É sempre bom encontrar notícia de que a espeleologia cresce em sua vertente mais rica, que é a amadora, aquela praticada pelos abnegados apaixonados por cavernas. Durante o mês de outubro, topamos com um novo grupo espeleológico, que mesmo ainda não constituído segundo os trâmites burocráticos que são impostos, em nosso país, à formação de uma pessoa jurídica, apresenta forte vínculo de coesão e vontade de cavernar. Formado por alguns jovens do município de Jandaíra, o Cavernature promove saídas regulares às cavernas da região, com objetivos quase sempre relacionados ao lado mais lúdico da atividade, como a promoção da divulgação das belezas das grutas ou o mero contemplar que vem com a exploração. O grupo foi criado no dia 16 de junho de 2010 com o intuito de preservar as cavernas da cidade de Jandaíra, Rio Grande do Norte. Representou a iniciativa dos jovens, José Ayrton, Jan Pierre, Denilson e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É sempre bom encontrar notícia de que a espeleologia cresce em sua vertente mais rica, que é a amadora, aquela praticada pelos abnegados apaixonados por cavernas. Durante o mês de outubro, topamos com um novo grupo espeleológico, que mesmo ainda não constituído segundo os trâmites burocráticos que são impostos, em nosso país, à formação de uma pessoa jurídica, apresenta forte vínculo de coesão e vontade de cavernar. Formado por alguns jovens do município de Jandaíra, o <em>Cavernature</em> promove saídas regulares às cavernas da região, com objetivos quase sempre relacionados ao lado mais lúdico da atividade, como a promoção da divulgação das belezas das grutas ou o mero contemplar que vem com a exploração.</p>
<p>O grupo foi criado no dia 16 de junho de 2010 com o intuito de preservar as cavernas da cidade de Jandaíra, Rio Grande do Norte. Representou a iniciativa dos jovens, José Ayrton, Jan Pierre, Denilson e Hyurann. Começaram, daí, os primeiros passos de uma batalha ambiental na cidade de Jandaíra, inspirados no professor Roberto Aguiar, que os levou ao encontro do mundo espeleológico, ao mesmo tempo em que, profundamente, influenciou a criação do Cavernature.</p>
<p>O trabalho é baseado em conceitos ambientais, objetivando a importância de preservar e proteger as cavernas das intolerâncias humanas. Assim, buscando associar as grutas às pessoas que estão somente em contato com o meio urbano, o que se pretende é estabelecer, acima de tudo, o respeito ambiental por esses valiosos bens naturais.</p>
<p>O Cavernature é composto por quatorze jovens aventureiros que, com a vontade de ir além, buscam o reconhecimento da sociedade em que vivem por seus trabalhos.</p>
<p>* Artigo redigido a partir de <em>release</em> encaminhado por Luiz Antonio Fernandes Rodrigues, membro do Cavernature.</p>
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		<title>Campanha de mapeamento em Jandaíra</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2010 19:13:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Solon Almeida Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Topografias]]></category>

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		<description><![CDATA[Incentivada pela recente constatação do avanço da degradação ambiental em Jandaíra, Rio Grande do Norte, a Sociedade Espeleológica Potiguar promoveu, entre os dias 25 a 28 de novembro, uma campanha de mapeamento de várias grutas na região do Apertar da Hora e do Letreiro. Ao todo foram trabalhadas nove cavernas – Letreiro, Dois Juazeiros, Toca do Juá, Fugitivos, Zé Galego II, Apertar da Hora, Aroeira, Arrrgh e Recomeço. Trata-se, a maioria, de pequenas grutas com desenvolvimento em torno de sessenta ou oitenta metros, mas destacam-se fora desse padrão, especialmente, as cavidades Apertar da Hora e Arrgh, que se apresentam superiores aos cento e cinquenta metros. As cavernas de Jandaíra já foram bastante visitadas e trabalhadas em termos topográficos. O último amplo estudo técnico foi promovido pela cooperação técnica entre o Instituto Nacional do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis – IBAMA e a Sociedade para Pesquisa e Desenvolvimento Ambiental do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Incentivada pela recente constatação do avanço da degradação ambiental em Jandaíra, Rio Grande do Norte, a Sociedade Espeleológica Potiguar promoveu, entre os dias 25 a 28 de novembro, uma campanha de mapeamento de várias grutas na região do Apertar da Hora e do Letreiro. Ao todo foram trabalhadas nove cavernas – <em>Letreiro, Dois Juazeiros, Toca do Juá, Fugitivos, Zé Galego II, Apertar da Hora, Aroeira, Arrrgh e Recomeço</em>. Trata-se, a maioria, de pequenas grutas com desenvolvimento em torno de sessenta ou oitenta metros, mas destacam-se fora desse padrão, especialmente, as cavidades Apertar da Hora e Arrgh, que se apresentam superiores aos cento e cinquenta metros.</p>
<p>As cavernas de Jandaíra já foram bastante visitadas e trabalhadas em termos topográficos. O último amplo estudo técnico foi promovido pela cooperação técnica entre o Instituto Nacional do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis – IBAMA e a Sociedade para Pesquisa e Desenvolvimento Ambiental do Rio Grande do Norte – SEPARN, no ano de 2002, quando cerca de dezenove cavidades naturais naquele município foram mapeadas. Contudo, esses mapas apresentam baixo detalhamento e ausência de seções longitudinais, pelo que, sentiu-se a necessidade de demandar levantamentos mais completos. Sem dúvida, a iniciativa da cooperação técnica representou, à época, uma importante ação para a paralização da extração predatória e clandestina de calcário que ameaçava as grutas. Contudo, decorrida quase uma década, a retomada da topografia em Jandaíra se mostra como uma realidade necessária para melhor documentar o rico patrimônio espeleológico que ali se encontra.</p>
<p>Ademais, diferentemente dos idos 2002, há, atualmente, no município, um grupo de jovens que visitam as cavernas locais regularmente e estão ávidos para implementar uma base mais sólida de espeleologia esportiva local. O grupo, inclusive, teve importante coparticipação na autoria dos novos mapas topográficos ao lado da Sociedade Espeleológica Potiguar. Trata-se do <em>Cavernature</em>, um agrupamento que nasceu no próprio município de Jandaíra e que reúne jovens interessados na exploração das cavernas identificadas naquela região. Parcerias entre grupos consolidados e outros ainda em estágio embrionário são muito válidas para difundir as práticas espeleológicas, especialmente, em um país como o Brasil, onde não há escolas regulares para formação de espeleólogos.</p>
<p>A iniciativa de mapeamento compõe uma das etapas do amplo estudo que está sendo feito na área e que arrimará um pedido de intervenção estatal positiva na região, pois é preciso abrir uma frente de diálogo com o Estado e a iniciativa privada, para tentar debelar a mineração que ameaça as cavernas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.lajedos.com.br/noticias/wp-content/uploads/2011/01/19-01-12-2010-Mapa1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-61" title="19---01-12-2010---Mapa" src="http://www.lajedos.com.br/noticias/wp-content/uploads/2011/01/19-01-12-2010-Mapa1.jpg" alt="" width="657" height="168" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Seção longitudinal da gruta Apertar da Hora.</p>
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		<title>Projeto Lajedos é apresentado na UFRN</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 00:07:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Solon Almeida Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A convite da Geologus Jr. – empresa júnior de fomento dos estudantes implantada junto ao Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – o Projeto Lajedos foi apresentado em palestra ocorrida na tarde do dia 05 de novembro. A Geologus Jr. é uma iniciativa que está ligada à universidade como forma de complemento da vida acadêmica especialmente dos graduandos do curso de Geologia da UFRN. Trata-se de uma parceira entre alunos e professores, pela qual os acadêmicos podem desenvolver trabalhos profissionais de forma orientada pelo corpo docente que está envolvido no projeto. A ideia começou em 2009, partindo a iniciativa dos próprios alunos, que sentiam a carência de experimentar o mercado ainda estando ligados ao meio acadêmico. A empresa júnior mantém palestras regularmente promovidas à comunidade acadêmica, mas que são abertas a todos os interessados. O Projeto Lajedos foi convidado a ministrar exposição no Departamento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A convite da Geologus Jr. – empresa júnior de fomento dos estudantes implantada junto ao Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – o Projeto Lajedos foi apresentado em palestra ocorrida na tarde do dia 05 de novembro.</p>
<p>A Geologus Jr. é uma iniciativa que está ligada à universidade como forma de complemento da vida acadêmica especialmente dos graduandos do curso de Geologia da UFRN. Trata-se de uma parceira entre alunos e professores, pela qual os acadêmicos podem desenvolver trabalhos profissionais de forma orientada pelo corpo docente que está envolvido no projeto. A ideia começou em 2009, partindo a iniciativa dos próprios alunos, que sentiam a carência de experimentar o mercado ainda estando ligados ao meio acadêmico. A empresa júnior mantém palestras regularmente promovidas à comunidade acadêmica, mas que são abertas a todos os interessados.</p>
<p>O Projeto Lajedos foi convidado a ministrar exposição no Departamento de Geologia objetivando difundir o conhecimento do patrimônio espeleológico encontrado no Rio Grande do Norte, bem como a forma como vem sendo trabalho o volume de informações que está sendo produzido sobre as cavernas e os abrigos. Nesse sentido, foi montada uma explanação curta, em que, durante certa de uma hora, pode-se demonstrar como se dá o processo de trabalho dos espeleólogos voluntários, mas também, as perspectivas do mercado de trabalho de profissionais das geociências relacionadas à seara espeleológica. Foram abordados temas conceituais que implicam na caracterização de um ambiente como cavernícola (ou não), além de aspectos da legislação, da segurança do trabalho e dos conflitos ambientais no estado.</p>
<p>As perspectivas são muito boas, uma vez que, atualmente, não há um maior envolvimento do Departamento de Geologia da UFRN com a sociedade civil que realiza estudos de natureza espeleológica. Iniciativas como essa são necessárias para permear o conhecimento pela academia e criar novas frentes de trabalho ou parcerias.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.lajedos.com.br/noticias/wp-content/uploads/2010/12/18-05-11-2010-Imagem.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-54" title="18---05-11-2010---Imagem" src="http://www.lajedos.com.br/noticias/wp-content/uploads/2010/12/18-05-11-2010-Imagem.jpg" alt="" width="434" height="323" /></a></p>
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